domingo, 17 de junho de 2012

A saga das locomotivas "V-8" no Brasil


Locomotiva-símbolo das Ferrovias Paulistas S/A (FEPASA) e detentora do recorde ferroviário brasileiro, as belas máquinas de tração elétrica General Electric 2-C+C-2, popularmente conhecidas como V-8 em São Paulo e como "Escandalosas" em trilhos cariocas, fizeram e deixaram história nos trilhos brasileiros. Infelizmente, essas máquinas tiveram uma vida útil abreviada para pouco mais de 60 anos, tendo sido aposentadas á força e abandonadas ao relento, fazendo com que a história seja transformada em ferrugem e farelo. Veja a seguir a história dessas locomotivas, bem como o estado atual das mesmas.

Cia. Paulista - o início


A história da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF) foi marcada pela presença de duas marcantes ferroviárias: os famosos trens de luxo azuis compostos pelos carros Pulmann Standard, e as locomotivas de tração elétrica, em especial as grandes, velozes e imponentes V-8's. Com formato aerodinâmico, podiam facilmente chegar á marca dos 100 km/h tracionando carros de passageiros, fazendo a fama da Paulista como companhia pontual em relação a seu horário de trens. No total, a ferrovia adquiriu cerca de 22 locomotivas GE, sendo fechado o contrato no início da década de 1940. Porém, a ocorrência da II Guerra Mundial atrapalhou o processo de eletrificação da Cia. Paulista, tendo demorado quase oito anos para que todas as máquinas chegassem ao Brasil (as quatro primeiras locomotivas chegaram em 1940, outras 10 chegaram em 1947 e as oito restantes apenas apareceram no ano de 1948). Todas as locomotivas chegaram de navio ao porto de Santos, tendo sido desmontadas para facilitar o descarregamento. A CPEF providenciou vagões-prancha especiais para transportar seus componentes para as oficinas de Rio Claro, onde foram reconstruídas.

"Carcaça" de locomotiva V-8 sendo descarregada no porto de Santos, década de 1940. Medindo cerca de 23 m de comprimento, foram necessários vagões especiais para transportar material de tal tamanho. Foto da coleção de Rafael Correa.

Oficinas da Cia.Paulista, 1949: Locomotiva V-8 saindo da vala de manutenção após montagem, pronta para ser testada pela primeira vez. Foto da coleção de Rafael Correa.

A General Electric fez bastante publicidade sobre as novas locomotivas da CP  na época, como se pode ver nessas propagandas de 1937 e 1955, respectivamente. 
FEPASA - O apogeu e queda


As locomotivas V-8 permaneceram firmemente na ativa sem qualquer interrupção por aproximadamente 60 anos. Quase ao fim desse período, as malhas da já finada Cia.Paulista estavam sendo operadas pela FEPASA, e em meio ao mandato do governador paulista Orestes Quércia (1987 - 1991), teve-se a louvável ideia de se modernizar os trens de passageiros da companhia, com novos horários, reforma de carros de passageiros já existentes e a aquisição de novo exemplares. No meio de todas essas ideias renovadoras, nasceu o projeto de se quebrar o recorde ferroviário brasileiro de velocidade. A FEPASA, em parceria com o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo desenvolveu uma composição especial para o projeto, composta de três carros Budd oriundos da Estrada de Ferro Araraquara, mais o carro-laboratório do IPT, também fabricado pela Budd em 1951. A locomotiva V-8 Nº6386, de 1947, foi selecionada para sofrer modificações em sua estrutura e morfologia, visando atingir velocidades mais rápidas do que as outras. Os primeiros testes foram feitos com simulações de computador, em um trecho de 12 km de via férrea entre as cidades paulistas de Itirapina e Graúna. Muitas das tentativas foram infrutíferas e quase desastrosas, com problemas como o rompimento dos pantógrafos da locomotiva e a sobrecarga da fiação de seus componentes mecânicos, correndo o risco de colocar a rede em curto e ainda levar a locomotiva pelo ares. Porém, na manhã de 16 de maio de 1989, a 6386 atingiu 164km/h no trecho especial, detendo até hoje a maior marca de velocidade sobre trilhos do Brasil.

Trem-bala para que? Tínhamos o material, as linhas, locomotivas velozes...
Velocidades de grande ordem com as V-8's não eram grande novidade: trens da Cia. Paulista conseguiam atingir 150 km/h sem grandes problemas. Porém, em muitos lugares a tração elétrica já estava sendo substituída pela diesel, economicamente mais rentável. Em 1996, as linhas da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí foram adquiridas pela recém-criada MRS Logística, que preferiu as locomotivas diesel, sendo todas as V-8 encostadas e usadas esparsamente, já que a rede elétrica não foi removida,sendo usada até hoje pela Cia. Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Nesses dois últimos dois anos, as locomotivas ainda operacionais receberam o último padrão de pintura da FEPASA, permanecendo com ele até a aposentadoria forçada e definitiva, em 1998.

O último trem elétrico em Araraquara, 1998, tracionado pela locomotiva Nº6378, com o último esquema de pintura da FEPASA. Note o mau estado da via férrea, abandonada ao tempo. Foto da coleção de Ralph M. Giesbrecht.
Depois de 1998, as V-8's receberam vários destinos. A maioria foi depredada e saqueada em pátios paulistas. Outro bom número foi maçaricado ou deixado á própria sorte. Atualmente, apenas uma locomotiva, a V-8 Nº 6371, foi preservada em condições relativamente aceitáveis. O resto ficou de mão, embora tentativas de pessoas influentes talvez pudessem resgatar mais algumas unidades, talvez em condição operacional. Veja abaixo o estado de todas as locomotivas V-8 da velha FEPASA:

Locomotiva Nº 6371
Estado: Preservada.
Possibilidade de recuperação: Possível.

Locomotiva Nº6371 em Vinhedo, SP. Atualmente se encontra preservada na Estação da Luz, junto com alguns carros de passageiros. Sua aparelhagem foi preservada, garantindo a possibilidade de sua volta aos trilhos. Foto da coleção de Adriano "Yes".
Locomotiva Nº 6372
Estado: Destruída.
Possibilidade de recuperação: Improvável.

A 6372 não teve tanta sorte. Foi vandalizada a ponto de ser privada das próprias rodas. Seus restos foram adquiridos pelo Museu Ferroviário de Jundiaí, onde se encontram até hoje. Foto de Paulo Vieira.
Locomotiva Nº 6373
Estado: Destruída e cortada.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Locomotiva Nº 6373 em Jundiaí, ano de 1971. Foto da coleção do site Thales Veiga's Train World.
Locomotiva Nº 6374
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Possível.

Locomotiva Nº6374 em Jundiaí, 2001. Apesar das avarias externas, ainda pode ser recuperada. Foto de Paulo Vieira.
Locomotiva Nº 6375
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Improvável.

A 6375 foi depredada pela metade e largada no pátio do Museu Ferroviário de Jundiaí. Parte dos truques foi levada junto com as instalações elétricas. Autor desconhecido.
Locomotiva Nº 6376
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

A locomotiva Nº6376 trabalhou durante anos na Cia.Paulista e posteriormente na FEPASA. Desapareceu sem deixar vestígios. Autor desconhecido.
Locomotiva Nº 6377
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Possível.

A locomotiva Nº 6377 se encontra deixada de lado no grande pátio de Araraquara, depredada porém com parte das instalações elétricas mantidas. A carcaça e as rodas também se encontram em bom estado. Foto de Lucas M.R.
Locomotiva Nº6378
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Possível.

Locomotiva Nº6378 em Campinas, em 15 de dezembro de 1997, feriado internacional. Atualmente se encontra no pátio da Luz, SP, em razoável estado de conservação. Foto de Gustavo Ceron.
Locomotiva Nº6379
Estado: Destruída
Possibilidade de recuperação: Improvável.

A locomotiva Nº6379 foi depenada até a morte em Jundiaí - SP. Não lhe restou nada. Seus restos se encontram no Museu de Jundiaí. Foto de Paulo Vieira.
Locomotiva Nº6380
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Talvez

Locomotiva Nº6380 na estação da Luz, década de 1980. Essa locomotiva recebeu o nome do engenheiro responsável pela eletrificação das linhas da Cia.Paulista, em 1922, João Monlevade. Atualmente está abandonada.
Locomotiva Nº6381
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Possível.

A Locomotiva Nº6381 também se encontra no pátio da Luz, em São Paulo, estando em razoável estado geral de conservação, com as partes elétricas e mecânicas ainda na locomotiva. Foto de Washington Luis Jr. 
Locomotiva Nº6382
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

Assim como a locomotiva Nº 6376, a 6382 desapareceu sob circunstancias misteriosas, sendo desconhecido seu paradeiro até os dias de hoje. Foto da coleção JJEF Produções.
Locomotiva Nº6383
Estado: Abandonada
Possibilidade de recuperação: Provável.

Assim como as máquinas Nº6378 e 6381, a locomotiva Nº6383 também se encontra na Estação da Luz, avariada porém recuperável. Iniciativas inteligentes talvez trouxessem-na de volta á ativa. Foto de Washington Luiz Jr.
Locomotiva Nº6384
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

Locomotiva Nº6384 em Campinas, ainda em atividade. Nunca foi encontrada depois de sua desativação. Autor desconhecido.
Locomotiva Nº6385
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Não foram encontrados registros fotográficos da V-8 6385.

Locomotiva Nº6386
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

6386, a locomotiva mais veloz do Brasil, tracionando a composição especial do IPT. Depois da aposentadoria forçada da tração elétrica em 1998, a máquina desapareceu em Triagem Paulista e nunca mais foi vista. Dá até para imaginar o que aconteceu.
Locomotiva Nº6387
Estado: Guardada.
Possibilidade de recuperação: Provável.

Salva do maçarico por clubes preservacionistas de Bauru, a locomotiva Nº6387 se encontra guardada no pátio da estação da mesma cidade, á espera de destino. Se encontra em razoável estado de conservação.
Locomotiva Nº6388
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Não há registros fotográficos da V-8 Nº6388. Porém, sabe-se que ela foi encostada em Triagem Paulista antes de desaparecer. Já deve ter virado panela há muito tempo.

Locomotiva Nº6389
Estado: Abandonada.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

Locomotiva Nº6389 em Cordeirópolis, SP, em 1987. Atualmente se encontra abandonada em Jundiaí. Foto de Cesar Sacco.
Locomotiva Nº6390
Estado: Destruída e cortada.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Restos mortais da locomotiva Nº6390, aparentemente nos fundos do Museu Ferroviário de Jundiaí, em 2003. Foto de Fernando Martins.
Locomotiva Nº6391
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Não há registros fotográficos da V-8 Nº6391.

Locomotiva Nº6392
Estado: Destruída.
Possibilidade de recuperação: Neutralizada.

Engolida pelo mato em Triagem Paulista, a pobre 6392 jaz esquecida em meio á vegetação. Forever alone. Foto de Ricardo Frontera.
As locomotivas a seguir pertencem á série "Westinghouse", originárias da E.F Central do Brasil e da E.F Santos a Jundiaí. Estão entre elas V-8's convencionais (2-C + C-2) e V-8's "Russian", mais bonitas e de rodagem maior.

Locomotiva Nº6151
Estado: Desconhecido.
Possibilidade de recuperação: Desconhecida.

Locomotiva Nº6151 em 1982. Desapareceu misteriosamente. Foto da coleção de Adriano "Yes"
Locomotivas Nº6152 e 6153: Localização e estados desconhecidos; possibilidade de recuperação neutralizada.

Locomotivas Nº6154 e 6155: Destruídas pela FEPASA; possibilidade de recuperação neutralizada.

As máquinas 6154 e 6155, de 1947, foram compradas pela FEPASA para fornecerem peças sobressalentes para as outras locomotivas operacionais. Foram depenadas e seus restos mortais desapareceram.

Locomotivas Nº 6101, 6102, 6103, 6104 e 6105: Localização e estado desconhecidos; possibilidade de recuperação neutralizada.

Locomotivas Nº 2102, 2105, 2106, 2108 e 2111: Originárias da E.F Central do Brasil e posteriormente RFFSA, algumas dessas locomotivas foram abandonadas e outras cortadas. Foram oferecidas á FEPASA, porém esta as rejeitou devido ao mau estado de conservação.

Uma das locomotivas V-8 da RFFSA/Central jaz esquecida e cortada no pátio de Jundiaí, em 1996. Que as V-8 descansem em paz. Foto de Fernando Picarelli Martins.





5 comentários:

  1. Bom, antes de mais nada, muito legal o blog. Mas sobre o verdadeiro paradeiro de cada uma das V-8, tem muita coisa à ser devidamente corrigida. Eu acompanhei cada uma delas até cerca de 2006, sendo que durante os anos de 2003 e 2004 a maioria delas foram picotadas no maçarico. Na Wikipédia eu deixei um esboço da situação atual (2010) de cada uma delas, aonde segue:

    #6371 - Pertence à ABPF - Regional São Paulo e está nas oficinas da mesma;
    #6372 - Desmantelada em Jundiaí em 2003(?);
    #6373 - Tombada em Bauru (Triagem Pta.);
    #6374 - Guardada dentro do Museu de Jundiaí, relativamente conservada, porém faltam 4 dos 6 eixos motrizes;
    #6375 - Abandonada no Museu de Jundiaí, porém falta um dos truques, e o truque que sobrou possui somente 1 eixo motriz;
    #6376 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6377 - Abandonada em Araraquara, relativamente conservada;
    #6378 - Estacionada no Pátio da Luz;
    #6379 - Desmantelada em Jundiaí em 2003(?). Essa locomotiva serviu de mula para o 3º padrão de pintura da Fepasa, em 1995/1996;
    #6380 Francisco de Monlevade - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 03/2004;
    #6381 - Estacionada no Pátio da Luz;
    #6382 - Tombada em Bauru (Triagem Pta);
    #6383 - Estacionada no Pátio da Luz;
    #6384 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6385 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 03/2004;
    #6386 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6387 - Guardada na Estação de Bauru, em péssimo estado;
    #6388 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6389 - Abandonada em Jundiaí, sem truques;
    #6390 - Desmantelada em Jundiaí em 2003(?);
    #6391 - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6392 Conselheiro Antônio Prado - Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004.
    #6101 - (Ex-2101) Tombada em Bauru (Triagem Pta.);
    #6102 - (Ex-2107) Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6103 - (Ex-2103) Desmantelada em Jundiaí em 2003;
    #6104 - (Ex-2104) Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6105 - (Ex-2109) Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6151 - (Ex-2114) Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6152 - (Ex-2110) Tombada em Bauru (Triagem Pta.);
    #6153 - (Ex-2115) Desmantelada em Bauru (Triagem Pta.) em 02/2004;
    #6154 - (Ex-2112) Canibalizada pela Fepasa nos anos 90;
    #6155 - (Ex-2113) Canibalizada pela Fepasa nos anos 90.

    DESMANTELADA = PICOTADA.

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    1. Amigos

      Sei de uma que não encontrei em nenhum desses registros. Existe uma V8 estacionada entre as estaçoes Mooca e Brás (linha 10 - CPTM) ainda com a pintura da Cia Paulista. Ela aparenta estado razoável e esta no museu ferroviário no bairro da Mooca em São Paulo.

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  2. Contando à partir da foto da 6371 Fepasa, vamos ter 21 fotos. Vou esclarecer sobre elas como segue:
    -Na foto 2 ("6372") temos ela vermelhona, à sua esquerda está a 6390, vermelha com faixas, e à sua direita está a 6379, pintura de fundo mas com as faixas pretas do 3º padrão de pintura.
    -Na foto 3 ("6373") a informação está incorreta. Ela está aqui em Bauru, perdida no mato, sem truques.
    -Na foto 6 ("6376") a informação correta é que ela estava em Bauru até Fevereiro de 2004, sendo picotada aqui mesmo.
    -Na foto 10 ("6380") idem à informação da foto 6.
    -Na foto 12 ("6382") a informação correta é que ela se encontra em Bauru, no meio do mato, sem truques.
    -Na foto 14 ("6384") idem à informação da foto 6.
    -Na foto 15 ("6386") idem à informação da foto 6.
    -Na foto 18 a locomotiva que aparece picotada é a 6103. A locomotiva 6390 é a que aparece mais ao fundo, vermelha e branca.
    -Na foto 19 a locomotiva que aparece é a 6152, pois é foto do pátio superior de Triagem Paulista, e ao lado direito, o truque que estava na 6151.

    As locomotivas 6385 e 6388 que não tem fotos foram picotadas em Abril e Fevereiro de 2004 respectivamente em Bauru; a 6101 está em companhia da 6152 (foto 19), mas mais afastada da mesma, por isso não aparece na foto 19; as 6102, 6104, 6105, 6151 e 6153 foram picotadas em Fevereiro de 2004 em Bauru.

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    1. As informações da postagem foram fornecidas por blogueiros paulistas, mas a data de seu levantamento não foi mencionada. Vai levar um tempinho até atualizar tudo, mas obrigado pelas informações valiosas e volte sempre.

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  3. Caso queira trocar alguma informação ou esclarecer alguma dúvida, segue meu e-mail:

    valerio_mv6380@yahoo.com.br

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